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Caminhada Nacional Contra o Novo Código Florestal: Natal – RN (12.02.12)

by em fevereiro 12, 2012

O QUE QUEREMOS?
O veto ao novo código florestal!

O resultado da ação será postado aqui nesse blog alguns dias depois. Link do evento no facebook : http://www.facebook.com/events/315798141801173/

EM NATAL:
O grupo irá se reunir, no próximo domingo (12.02.12), a partir das 14:30 em frente ao supermercado Favorito (Av. Eng. Roberto Freire) e irá caminhar sentido Ponta Negra, até o primeiro sinal da rota do sol. Ao final iremos ter algumas apresentações culturais (capoeira, grafitagem, malabarismo e batucada). Durante todo o percurso os Grupos Pau e Lata e Resistência da Lata estarão realizando um cortejo de batuqueiros. Iremos contar também com o apoio de um carro de som. Essa marcha faz parte do movimento nacional contra o novo código florestal (#manguefazadiferença) e conta com o apoio do SOS Mata Atlântica (http://www.manguefazadiferenca.org.br/).

O QUE LEVAR: Pedimos a todos que venham com blusa ou camiseta azul, assim está sendo em todo o Brasil. Pedimos também que levem faixas, cartazes e instrumentos para fazer barulho.
Esse movimento possui três princípios norteadores:

1. Pacífico
2. Suprapartidário
3. Horizontal

Instituições envolvidas:
Ong Oceânica, Ecomar, PermaSer, Midiativismo, SOS Mangue, Ong Baobá, Pau e Lata, Grêmio estudantil do IFRN, Resistência da Lata.

Contatos: 84 – 96793273 (Gustavo) / 99268938 (Iacíra)

AÇÕES NACIONAIS:
4 a 29/1 – Lançamento da campanha no Fórum Social Temático, em Porto Alegre e mobilização em Tramandaí (RS). Coordenação: Fundação SOS Mata Atlântica.
A partir de 24/1 – Ações em Porto Seguro (BA). Coordenação: Projeto Amiga Tartaruga – PAT Ecosmar.
A partir de 24/1 – Ações no Litoral Sul de Pernambuco: Praias de Tamandaré, Carneiros e Porto de Galinhas; Coordenação: Instituto Recifes Costeiros.
A partir de 1°/2 – Ações em Cabedelo (PB). Coordenação: Associação Guajiru.
2/2 – Ações em Salvador (BA); Coordenação: Grupo de Defesa de Promoção Socioambiental – Gérmen.
3 e 4/2 – Ações na Ilha de Itaparica (BA); Coordenação: PROMAR.
4 e 5/2 – Ações em Aracaju e Itaporanga (SE); Coordenação: Instituto Mamíferos Aquáticos.
4 e 5/2 – Ações em Matinhos (PR); Coordenação: Associação Mar Brasil.
5/2 – Ações em Maceió (AL); Coordenação: Instituto Biota de Conservação.
5/2 – Ações em Recife (PE); Coordenação: Centro Escola Mangue.
A partir de 8/2 – Ações no Rio Ceará e Praia de Iracema (CE); Coordenação: Associação de Pesquisa e Preservação de Ecossistemas Aquáticos – AQUASIS.
11/2 – Ações em Santos (SP); Coordenação: Ecosurfi.
12/2 – Ações em Natal (RN); Coordenação: ONG Oceânica – Pesquisa, Educação e Conservação.
12/2 – Ações em Vitória (ES); Coordenação: Associação Ambiental Voz da Natureza.
12/2 – Ações no Rio de Janeiro (RJ); Coordenação: Instituto Mar Adentro e Projeto Coral Vivo.
A partir de 17/2 – Ações em Canavieiras (BA), na Reserva Extrativista de Canavieiras.
18/2 – Ações em Paraty (RJ); Coordenação: Associação de Monitores Ambientais de Paraty – AMAPA.

Manisfesto: http://www.manguefazadiferenca.org.br/uploads/readmore/bfa812acf7826efc203f7235b0b19ad20a2bcb1f.pdf

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Em luta contra o projeto de Lei que altera o atual código florestal, Natal precisa fazer a sua parte. Em diversas cidades do Brasil, nesse mesmo período, vários grupos ambientalistas e instituições científicas estão reunindo a sociedade civil para sair a rua e cobrar o veto ao “novo código Florestal”. As pessoas precisam entender que as consequências desse projeto, da maneira como foi aprovado pelo senado, extrapolam o tempo de vida de cada um de nós. Se aprovarmos esse novo projeto estaremos dando um tiro no pé da sustentabilidade do país e garantindo, por tempo indefinido, que a exploração irresponsável dos recursos naturais brasileiros continue a todo vapor. O mais triste é que tal exploração não contribui para a melhoria da qualidade de vida de nossa população, pelo contrário, concentra todo o lucro para uma pequena parcela da sociedade enquanto compartilha todos os impactos com o restante do país. Estamos falando aqui do essencial: a proteção de nossas fontes de água, nossos rios, nascentes, lagoas e mangues. O novo projeto permite que o desmatamento continue aumentando e abre brechas para a degradação ambiental generalizada, arriscando assim o futuro do abastecimento de água e a manutenção da biodiversidade do nosso país.

Em meio ao descaso do poder legislativo em ouvir e dar crédito para as principais instituições científicas do país que não tiveram suas opiniões incorporadas no projeto de lei que altera o atual código florestal de 1965, faz-se necessário que a sociedade exerça sua cidadania e cobre de nossos representantes políticos que tomem decisões que beneficiem o país como um todo e não apenas determinados grupos empresariais.

Deixamos claro que o processo de redação e aprovação desse projeto não ocorreu de forma democrática, excluindo-se a opinião pública, a qual em sua maioria (80%) rejeita as novas mudanças propostas.

Por esses motivos convocamos todos para agir.

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